Perguntas Frequentes

121 respostas, organizadas por tema: urgências, sintomas, prevenção, exames, cirurgias e cada um dos nossos serviços.

Não encontra a sua? Ligue-nos: +351 223 239 804

Perguntas Gerais

11 perguntas
  • O nosso horário foi pensado para oferecer flexibilidade ao longo da semana: • Segunda e Terça: 10:00 – 19:30 • Quarta: 10:00 – 17:30 • Quinta: 09:00 – 16:30 • Sexta: 11:00 – 19:00 • Sábado: 10:00 – 13:00 • Domingos e feriados: Encerrado.

  • Sim. Trabalhamos exclusivamente por marcação, de forma a garantir o tempo, a atenção e a tranquilidade que cada animal merece. Pode agendar através da app Digitail, pelo nosso website ou por telefone.

  • Durante o nosso horário de funcionamento, ligue-nos de imediato para +351 223 239 804 para prepararmos a sua chegada. Fora de horas, recomendamos que contacte o hospital veterinário 24h mais próximo.

  • O nome nasce da nossa localização na Rua de Serpa Pinto (Porto), mas carrega também a simbologia do explorador Alexandre de Serpa Pinto. Tal como ele, valorizamos a descoberta, a inovação e o espírito pioneiro na medicina veterinária. As nossas mascotes, o Serpa (cão) e o Pinto (gato), representam essa ligação entre ciência e afeto.

Urgências

5 perguntas
  • Se notar vómitos repetidos, apatia, dificuldade respiratória, dor, incapacidade de urinar, convulsões ou ingestão de algo tóxico, recomendamos avaliação no próprio dia. Nestes casos o tempo faz diferença no prognóstico.

  • Um episódio isolado pode não ser grave. Mas se os vómitos se repetirem, houver apatia, dor abdominal ou falta de apetite, deve ser observado rapidamente. Muitas causas exigem tratamento precoce.

  • Sim. Nos gatos, a falta de apetite pode evoluir rapidamente para problemas hepáticos sérios. Recomendamos observação o mais cedo possível.

  • Sim. A obstrução urinária é uma emergência médica. Se suspeitar que o seu gato não consegue urinar, deve ser visto imediatamente.

  • Contacte-nos de imediato. Muitos tóxicos têm tratamento eficaz se forem abordados rapidamente.

Sintomas Comuns

4 perguntas
  • Nem todos os nódulos são malignos, mas qualquer massa deve ser avaliada. A deteção precoce aumenta muito as opções de tratamento.

  • Pode ser sinal de doenças endócrinas, renais ou metabólicas. Recomendamos consulta e análises para despiste.

  • Sim. A claudicação é sinal de dor e deve ser avaliada assim que possível. Algumas lesões ortopédicas, como luxações, beneficiam de correção precoce e podem evitar cirurgia se tratadas nas primeiras horas. Quanto mais cedo for observado, melhor o prognóstico e mais simples tende a ser o tratamento.

  • Na maioria dos casos é sinal de doença dentária, que pode causar dor e afetar órgãos internos. A avaliação oral é recomendada.

Consultas e Prevenção

3 perguntas
  • Sim. Muitas doenças são silenciosas nas fases iniciais. Check-ups regulares permitem diagnóstico precoce e maior esperança de vida.

  • Recomendamos pelo menos uma vez por ano. Em animais sénior, idealmente de 6 em 6 meses.

  • Durante a consulta, realizamos um exame físico completo e avaliamos o peso, dentes, pele, coração e pulmões, sempre acompanhados de dicas personalizadas de prevenção.

Exames e Diagnósticos

4 perguntas
  • Em check-ups, antes de cirurgias e sempre que existam sintomas persistentes. Permitem detetar doenças antes de surgirem sinais visíveis.

  • Indicada para avaliar órgãos internos em casos de vómitos persistentes, dor abdominal, alterações urinárias, suspeita de gravidez, entre outros. Permite identificar alterações precocemente e cuidar melhor do seu patudo.

  • O exame é indicado em casos de claudicação, trauma, tosse persistente, suspeita de problemas ósseos ou pulmonares, inchaços ou dor localizada. Ajuda a detetar alterações precocemente e a cuidar do seu animal de estimação da melhor forma.

  • A maioria é indolor. Quando necessário, utilizamos sedação para garantir conforto e segurança.

Cirurgias e Esterilização

4 perguntas
  • Geralmente entre os 5 e os 7 meses, mas ajustamos ao estilo de vida e raça do animal.

  • Reduz tumores mamários, infeções uterinas, problemas prostáticos e comportamentos indesejados.

  • Realizamos exames pré-cirúrgicos, monitorização anestésica e protocolos de segurança avançados para minimizar riscos.

  • A maioria dos animais recupera rapidamente, com controlo rigoroso da dor e acompanhamento pós-operatório.

Marcações e Logística

3 perguntas
  • Sim, trabalhamos por marcação para garantir tempo adequado e reduzir esperas.

  • Normalmente entre 20 e 30 minutos, podendo variar de acordo com a situação clínica.

  • Na maioria dos casos, sim. Dispomos de meios de diagnóstico para avaliação rápida.

Consulta veterinária

8 perguntas
  • Sim. Trabalhamos exclusivamente por marcação, para garantir o tempo de consulta adequado a cada animal e reduzir esperas. Pode marcar online, pela app Digitail ou por telefone para o 223 239 804.

  • Normalmente entre 20 e 30 minutos. Pode ser mais longa se for necessário fazer exames ou se a situação clínica o justificar.

  • Na maioria dos casos, sim. Temos radiologia digital, ecografia e laboratório de análises na própria clínica, o que permite ter resultados durante a visita.

  • Pelo menos uma vez por ano em animais adultos saudáveis. Em animais sénior ou com doença crónica, recomendamos de seis em seis meses.

Ir para a página do serviço

Esterilização de cadelas

9 perguntas
  • Marque uma consulta pré-cirúrgica e indique que se trata de uma esterilização de cadela. A cirurgia nunca é marcada sem essa avaliação prévia. Caso avance connosco, o valor da consulta é descontado no procedimento.

  • Sim. Na cadela, a esterilização por laparoscopia faz-se com duas ou três incisões de poucos milímetros em vez de uma abertura da parede abdominal. A diferença nota-se sobretudo no pós-operatório: menos dor, menor risco de complicações na ferida e regresso mais rápido à actividade normal. Avaliamos na consulta pré-cirúrgica se é a via indicada para o seu caso.

  • Depende sobretudo do porte. Em cadelas de porte pequeno costuma ser possível fazer cedo, enquanto em cadelas de porte grande há vantagem em esperar pelo fim do crescimento, pelo efeito das hormonas nas articulações. Como o benefício sobre os tumores mamários diminui a cada cio, esta é uma decisão a tomar caso a caso na consulta.

  • Não há benefício de saúde em ter uma ninhada antes de esterilizar. É uma ideia muito difundida, mas do ponto de vista médico o que se sabe é o contrário: quanto mais cios passam, menor é a proteção contra tumores mamários.

Ir para a página do serviço

Esterilização de gatas

9 perguntas
  • Marque uma consulta pré-cirúrgica e indique que se trata de uma esterilização de gata. A cirurgia não é marcada sem essa avaliação prévia. Caso avance connosco, o valor da consulta é descontado no procedimento.

  • Sim. A esterilização por laparoscopia usa duas ou três incisões de poucos milímetros em vez de abrir a parede abdominal. Nas gatas, que costumam recuperar depressa, a vantagem está sobretudo no menor desconforto e no menor risco de complicações na ferida. Confirmamos na consulta pré-cirúrgica se é a via indicada.

  • Habitualmente antes do primeiro cio, e as gatas podem entrar em cio mais cedo do que a maioria das pessoas espera. Como a idade exata depende do desenvolvimento de cada gata, confirmamos na consulta pré-cirúrgica.

  • Sim. Os benefícios de saúde, como a redução do risco de tumores mamários e a eliminação do risco de piómetra, não dependem de ela sair. E é justamente durante o cio que muitas gatas de interior tentam sair pela primeira vez.

Ir para a página do serviço

Castração de cães

9 perguntas
  • Marque uma consulta pré-cirúrgica e indique que se trata de uma castração de cão. A cirurgia não é marcada sem essa avaliação prévia. Caso avance connosco, o valor da consulta é descontado no procedimento.

  • Na castração corrente não é necessária: a abordagem é externa e não entra no abdómen, por isso já é pouco invasiva. A laparoscopia faz sentido quando há um testículo retido dentro do abdómen, situação em que evita uma abertura ampla. Avaliamos isso na consulta pré-cirúrgica.

  • Depende do porte. Em cães de porte grande e gigante há vantagem em esperar pelo fim do crescimento, pelo papel das hormonas no desenvolvimento articular. Em cães mais pequenos a janela é mais flexível. Decidimos consigo na consulta.

  • Só nos comportamentos que dependem da testosterona, como fugir atrás de fêmeas em cio ou marcar território. Um cão agitado por excesso de energia, por medo ou por falta de treino continuará igual: essas causas resolvem-se com exercício e trabalho comportamental, não com cirurgia.

Ir para a página do serviço

Castração de gatos

9 perguntas
  • Marque uma consulta pré-cirúrgica e indique que se trata de uma castração de gato. A cirurgia não é marcada sem essa avaliação prévia. Caso avance connosco, o valor da consulta é descontado no procedimento.

  • Na castração corrente de um gato não é necessária: o procedimento é externo, breve e já pouco invasivo. A laparoscopia fica reservada para os casos de testículo retido no abdómen, em que evita uma abertura ampla. Confirmamos na consulta pré-cirúrgica.

  • Habitualmente antes de a marcação de território se instalar, porque é bastante mais fácil evitar o hábito do que fazê-lo desaparecer depois. A idade exata depende do desenvolvimento e do peso, e confirmamos na consulta.

  • Vale, mas seja realista quanto ao resultado. Na maioria dos gatos a marcação reduz-se muito ou desaparece após a castração; numa minoria, o hábito já está estabelecido e mantém-se. Os restantes benefícios de saúde aplicam-se de igual forma.

Ir para a página do serviço

Cirurgias avançadas

9 perguntas
  • Marque uma consulta pré-cirúrgica e descreva o que observou. A cirurgia nunca é marcada sem avaliação prévia, porque é nessa consulta que se decide se operar é a melhor opção. Se o seu animal estiver em sofrimento agudo, telefone para o 223 239 804.

  • Sim. A laparoscopia usa duas ou três incisões de poucos milímetros e uma câmara, em vez de uma abertura ampla do abdómen. Para o animal significa menos dor, menor risco de infeção da ferida e uma recuperação mais curta. Usamo-la nas esterilizações e noutros procedimentos abdominais; na consulta pré-cirúrgica dizemos se o caso do seu animal é adequado a esta via.

  • Não é uma emergência, mas também não é para deixar andar. O aspeto exterior não distingue um lipoma benigno de um tumor maligno, e a diferença entre operar cedo ou tarde pode ser grande. A avaliação é rápida e muitas vezes tranquilizadora.

  • Análises pré-anestésicas para avaliar função renal e hepática, e os exames de imagem que o caso exigir, normalmente radiografia ou ecografia. São feitos na clínica, o que na maioria dos casos evita uma segunda deslocação.

Ir para a página do serviço

Dermatologia veterinária

8 perguntas
  • Não. Marque uma consulta veterinária e indique que se trata de um caso de pele. É nessa consulta que avaliamos a situação, fazemos os primeiros testes e, se houver necessidade, encaminhamos para a dermatologia.

  • Sim, e é exatamente nesses casos que vale mais a pena. Comichão que responde ao medicamento e volta assim que se pára não é um problema resolvido: é um sintoma controlado. Encontrar a causa é o que interrompe o ciclo.

  • Depende do caso, mas os mais frequentes são a citologia, a raspagem cutânea e o tricograma, todos feitos e observados ao microscópio na clínica. Quando há suspeita de causa hormonal ou de infeção resistente, avançamos para análises de sangue ou cultura.

  • Na maioria dos casos não, mas controlam-se muito bem. O objetivo é manter o animal sem comichão e sem infeções ao longo do ano, com o mínimo de medicação possível. Muitos animais passam a ter apenas uma ou duas revisões anuais.

Ir para a página do serviço

Medicina felina

8 perguntas
  • Marque uma consulta veterinária e indique que se trata de um gato. Se ele ficar particularmente stressado com a deslocação, diga-nos ao marcar para combinarmos o horário mais calmo possível.

  • Deixe a caixa aberta em casa nos dias anteriores, com uma manta conhecida lá dentro, para deixar de ser um objeto que só aparece antes do veterinário. No carro, tape a caixa com um pano e evite alimentá-lo nas duas a três horas antes.

  • Uma vez por ano em gatos adultos saudáveis. A partir dos sete anos, recomendamos de seis em seis meses, com análises, porque é a partir dessa idade que a doença renal e o hipertiroidismo começam a aparecer.

  • Sim. Alguns agentes entram em casa na roupa e no calçado, e basta uma fuga breve ou um internamento para haver exposição. O plano é ajustado ao estilo de vida: um gato de interior não leva necessariamente o mesmo que um gato com acesso à rua.

Ir para a página do serviço

Oftalmologia veterinária

8 perguntas
  • Não. Marque uma consulta veterinária e indique que se trata de um problema de olhos. É nessa consulta que avaliamos a situação e, se houver necessidade, encaminhamos para a oftalmologia. Se o olho apareceu fechado de repente, telefone para o 223 239 804 em vez de esperar pela marcação online.

  • Não recomendamos. Muitos colírios contêm corticoides e, se houver uma úlcera na córnea, atrasam a cicatrização e podem aprofundar a lesão. Sem saber o que está por trás do olho vermelho, o mesmo colírio tanto pode ajudar como agravar.

  • Menos do que noutras queixas. Um olho vermelho que não melhora em 24 horas, ou qualquer olho que o animal mantenha fechado, deve ser visto nos dias seguintes. Perda de visão súbita e olho muito doloroso são situações para telefonar no próprio dia.

  • Algumas raças de focinho curto e olho saliente têm mais lacrimejo por razões anatómicas, mas isso não significa que seja inofensivo. Vale a pena avaliar, porque muitas destas raças têm em paralelo pestanas mal implantadas ou uma córnea cronicamente exposta.

Ir para a página do serviço

Banhos e tosquias

10 perguntas
  • Depende da raça, do tipo de pelo e do estilo de vida. Em média, a cada 4 a 8 semanas. Cães que passam muito tempo na rua ou que nadam podem precisar mais cedo, mas banhos demasiado frequentes secam a pele.

  • As raças de pelo de crescimento contínuo, como o caniche, o bichon, o shih tzu ou o yorkshire, precisam de tosquia regular para evitar nós, dermatites e desconforto. Nas outras raças, a escovagem e o banho costumam chegar.

  • Não. Os nós apertados puxam a pele e escondem feridas e parasitas, e o pelo sujo e húmido favorece infeções. Manter o pelo tratado é cuidar da pele e do conforto do animal.

  • Nem sempre. Nas raças de pelo duplo, como o husky, o pastor alemão ou o golden retriever, o subpelo ajuda a isolar do calor, e rapar pode fazer mais mal do que bem. Nesses casos, o que ajuda é uma boa escovagem para retirar o subpelo morto.

Ir para a página do serviço